domingo, 23 de maio de 2010

Proposta 4: O anti-herói.




Existem diversos personagens que se aplicam a esse termo. O Hulk (transformado de maneira trágica em um ser totalmente aterrorizante. Mesmo não se aceitando, ele achou um modo de usar sua força e seus sentido fora do normal, para o bem), o Batman (uma história sobre o assassinato de seus pais sempre está por trás dele, e ele usa o sentimento de tristeza como força para combater o crime, e de certa forma se vingar pela morte de seus pais), o capitão Jack Sparrow (claramente ferido pelos amores de sua vida, que muitas vezes não foram recíprocos. Ele usa o álcool para cobrir o sentimento de tristeza, e usa a malandragem também. Ele sempre se safa das besteiras que faz, e acaba salvando o dia sem ter a intenção), o Harry Potter (garoto solitário, ferido pelo assassinato dos seus pais quando ainda era pequeno. Como citam no livro, "seus olhos são molhados pelos fantasmas do seu passado". O Harry usa de sua coragem e de seus poderes para deter o vilão que o segue, e dessa forma acaba salvando todos que o cercam também).

Dessa forma, fica claro que o anti-herói nada mais é do que aquele que realiza seus atos por egoísmo, vaidade, até mesmo sem saber que está agindo de tal forma, ou de qualquer gênero que não seja altruísta. Mas, sabemos que eles não são personagens completamente maus. O anti-heroísmo vem evoluindo com a sociedade.

Existem vários motivos para o anti-herói agir dessa maneira. Muitas vezes está relacionado há algum acontecimento do passado que o magoou, podendo ter relação com sua vida amorosa, ou alguma tragédia familiar, e ele usa isso para preencher a sua vida. E também pode ter relação à falta de expressão dos seus sentimentos, ele reprime tudo o que sente, e acaba sendo egoísta, solitário, malvado, alcoólatra, malandro, irônico, etc.

Nós nos apegamos mais ao anti-heroísmo porque eles têm sentimentos reais, valores reais. Eles passam uma impressão de que não são como nós. E os heróis não passam essa impressão realista, eles são sempre corretos, certinhos. No caso do Hulk, nos apegamos a ele por pena, e por ele ser um ser completamente horroroso mas mesmo assim com um bom coração. Nós nos sensibilizamos muito com isso. Nós nos apegamos ao Batman também por pena, pois o passado dele é terrivelmente trágico, e mesmo assim ele conseguiu seguir a vida em diante, com o propósito de evitar que o mesmo acontecesse com outras pessoas. O seu ato de bondade nos sensibiliza também. No caso do capitão Jack Sparrow, achamos as atitudes que ele toma muito legais, pois nenhuma pessoa com as idéias no lugar tomaria essas atitudes. Ele é um personagem sem preocupação, a alegria dele é contagiante, porém a momentos que sentimos pena dele, pois ele se lembra dos acontecimentos que o magoou. E é por isso que nos apegamos a ele. E por fim o Harry Potter, pelo qual sentimos pena pelo seu passado também, mas acima de tudo, nós nos apegamos a ele porque ficamos maravilhados com o mundo que ele vive, com as coisas que realiza. Toda aquela magia, e isso é muito legal, pois faz nossa mente viver um mundo de fantasias.

Aluna: Gabriela Ochotorena de Carvalho.

Proposta 1: O Potencial Social Do Desenho.


O desenho une os tempos modernos e os antigos, está presente em todos os lugares e em cada um deles tem uma forma diferente de ser mostrado. A pergunta é: Qual o impacto que estes podem causar?

Bom, é muito comum vê-los de paredes nas ruas a exposições em galerias. Muitos desses desenhos têm algo a dizer, não significam apenas uma representação feita por alguém. Alguns conseguem expressar sentimentos melhor do que muitas palavras.

Exemplos da importância e expressividade que desenhos podem ter, são as pinturas rupestres, as quais retratavam muitas vezes o cotidiano e a cultura dos povos antigos; e os grafites, que apesar de existirem desde o Império Romano, são muito utilizados para expressar idéias e críticas atualmente.

Um dos desenhistas brasileiros que está ganhando destaque é Gabriel Bá, ele foi indicado ao Oscar dos HQs nos EUA. Ele trabalha em parceria com seu irmão gêmeo, Fábio Moon, mas fez outra parceria com Gerard Way e comentou: "É preciso sempre reinterpretar o texto que ele me passa. Eu tenho que entrar na cabeça dele e deixar que ele entre na minha". E falou

ainda que no Brasil não é fácil fazer quadrinhos, entretanto, ultimamente as pessoas estão vendo que vale a pena.

Então, isso nos faz pensar em tudo que um simples desenho nos mostra, que vai além de um lápis e papel, mas tem a ver principalmente com imaginação e interpretação.

Aluna: Dandara Souza Silva

Proposta 3: Invasão Japonesa.
















O estilo japonês de desenhar é popular e marcante tanto pra mim como para muitas outras pessoas em todo o mundo. O desenho japonês tem grande importância e utilidade para mim. Não só pelo fato de ser um desenho, mas por ser uma forma de expressar sentimentos.
Todos sabem que o desenho japonês é originário do Japão, mais o que quase ninguém sabe é que ele vem desde o período Nara (século VIII d.C.) quando surgiram os primeiros rolos de pintura japonesa, os chamados emakimono. Nasceu então o homem que revolucionou o estilo de desenho japonês Osamu Tezuka, ele criou e desenvolveu as características faciais onde os olhos, sobrancelhas e nariz são desenhados de maneira bastante exagerada, ele também introduziu o movimento aos desenhos e nas histórias através de efeitos gráficos, como linhas que dão impressão de velocidade. Em um determinado momento Osamu através do desenho japonês e com ajuda do seu próprio estúdio, criou a primeira série de animação para a televisão japonesa em 1963 a partir de uma de suas obras: Tetsuwan Atom (Astro Boy), que são assistidas até hoje por muitas pessoas de todas as partes do mundo e vieram a ser conhecidos por animes.
Sou muito fã de animes, pelo fato de apresentar em suas histórias os mais variados assuntos, hoje em dia podemos achar os mais diversos conteúdos nos animes como amor, esportes, policial, entre outros. Existem outros estilos que são alternativas ao estilo de desenho japonês, que são até mais populares no ocidente, como a caricatura, grafite, etc. Mas o estilo de desenho japonês é mais importante pra mim, pois me dá inspiração para fazer os modelos das roupas que eu crio e representá-los, e por ser fácil de aprender e de se reproduzir eu o utilizo muito, dá mais expressividade aos personagens e ao desenho. Desenhar é uma forma que eu encontro para me acalmar e passar o tempo.
Aluna: Natasha Rosana.

Proposta 5 - Animação Made In Brasil.



O Brasil vem se destacando e se desenvolvendo quando o assunto é animação, foram criados desenhos educativos juntamente com alguns filmes que ganharam grande destaque no cenário mundial superando grandes clássicos do cinema.
Mauricio de Sousa é um dos responsáveis pela visão do Brasil mundo a fora, suas tirinhas e seus personagens que marcaram a infância de muitas gerações ajudaram o nosso país a ser visto no mercado mundial. Uma das criações de Mauricio de Sousa é a turma da Mônica, um clássico. Criada em 1959. Seus personagens logo subiram na cabeça do público ganhando destaque nacional, dando origem a novas histórias ainda mais interessantes e educativas. Esta que começou com o cachorro Bidu em uma tirinha de um jornal que Mauricio trabalhava e foi ganhando espaço na sociedade leitora, principalmente a infantil.
O mercado tecnológico para o desenvolvimento da animação em nosso país não é atrasado como muitos pensam, e sim, sofre com a falta de investimento e o elevado preço na montagem de animações longas. Sendo assim as animações de pequena duração como os comerciais, mais comuns aqui. O Brasil pode e deve ganhar destaque mundial, só precisa de pessoas que estejam dispostas a mudar essa realidade, assim como Mauricio de Sousa e Carlos Saldanha fizeram, ao levarmos em consideração a sua contribuição à nossa sociedade veremos que mais do que levar o Brasil ao cenário mundial, eles contribuíram na transformação e na formação de toda uma sociedade.

Aluno: Raickson Agostinho.