sábado, 13 de março de 2010

Proposta 1: Preconceito e conquista do respeito.

Marilyn Monroe
Maria Bonita
Madre Tereza de Calcutá
Lady Diana
Evita Perón
O Sorriso de Monalisa
Anita Garibaldi
Betty Friedan


As Mulheres sofreram (e ainda sofrem) muito preconceito na sociedade. Nós mulheres, sofremos muito preconceito (em certos pontos), por sermos o que somos. Somos subestimadas, em base de conhecimento, de força, etc.

Esse preconceito se agravou na Idade Média, quando as mulheres eram classificadas de três formas: prostitutas (eram as que se entregavam aos vícios de carne e utilizavam seu corpo para saciar os desejos ou para ganho); bruxas (as que, de alguma forma iam contra as normas da igreja); e santas (servindo como modelo, a Virgem Maria). Hoje, as mulheres continuam sendo taxadas dessas três maneiras, porém de formas diferentes. Um exemplo de preconceito contra as mulheres são essas musicas de baixo calão que as taxam de termos como: "piriguetes", "mulher melancia", "mulher maça", "cachorronas", e muito mais. O problema é que muitas mulheres aceitam esse termo, e não compreendem o verdadeiro mal que essa música nos faz. Mesmo com a implacável perseguição ao longo dos séculos, que colocou as mulheres em uma posição de inferioridade, houve uma mudança cultural dos papeis atribuídos as mulheres.

Muitas mulheres tiveram papeis essenciais para tais mudanças, colocando assim seus nomes na história. Destacam-se: Anita Garibaldi (conhecida como Heroína dos Dois Mundos); Betty Friedan (uma das precursoras do feminismo); Evita Perón (atriz e líder política); Lady Diana (tornou-se bastante conhecida por apoiar projetos de caridade); Madre Tereza de Calcutá (liderava projetos de caridade de todos os tipos); Maria Bonita (primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros); Marilyn Monroe (atriz norte americana); essas entre outras mulheres, tiveram muita importância em diversas áreas.
Minha homenagem é para todas essas mulheres que ajudaram a diminuir o preconceito exercido contra as mulheres.

Hoje as mulheres respiram mais aliviadas com a conquista de vários direitos como o avanço no mercado de trabalho, na política, direito de voto, etc.
Perpetua-se a frase da primeira dama da Califórnia, Maria Shriver: "Mulheres bem-comportadas não fazem história".
Eu acredito que todas as mulheres conscientes de suas conquistas atuais, agradecem a essas mulheres que marcaram a história, assim como eu agradeço. E minha homenagem vai para essas que citei mais acima. 

Aluna: Gabriela Ochotorena de Carvalho.  

Proposta 1: Como nossos pais?


Bom, desde pequena, sempre tento seguir os passos dos meus pais. Sempre tento entender o lado deles como pais e procuro fazer com que entendam o meu de filha. Mas não penso que é assim com todos os filhos e pais. Quando crianças, queremos seguir aquilo que nossos pais nos dizem, e somos muito apegados a eles. Porém, o amadurecimento vai se aproximando a cada dia, e de repente, percebemos que o mundo é bem maior do que tudo aquilo que eles nos mostravam. Pois mesmo que tentando nos ensinar as lições da vida antes que ela mesma nos mostrasse, eles tentavam aperfeiçoar esse mundo de forma mais acolhedora.
Então, chegando à adolescência, percebemos que nem tudo que eles dizem nós podemos cumprir. Por exemplo: não tirar notas baixas, sinceramente, nem sempre é possível, nossos assuntos são cada vez mais pesados, o que não quer dizer que são impossíveis de ser entendidos. E com o tempo, vamos também aprendendo a ter independência, queremos sair sozinhos, nem que seja até a esquina, já é um começo, não? Mas ao meu pilar, essa é uma característica do ser humano, de buscar novos conhecimentos. Mesmo tendo consciência de que já tiveram nossa idade, nossos pais não aceitam muito bem esse afastamento dos filhos, pois eles passam tanto tempo nos educando, nos criando para a vida, que quando chega o momento, eles querem voltar atrás, e para eles seremos suas eternas criancinhas. Mas no fundo eles têm plena consciência de que nós temos que seguir nossas vidas, afinal, nem sempre teremos papai e mamãe nos dando tudo o que queremos. Porém, isso não quer dizer que você deve se afastar por completo de seus pais, muito pelo contrário, eu posso afirmar que tenho uma relação maravilhosa com meus pais, e para mim, não existe nem um amigo que seja melhor do que o meu pai, ou alguma amiga que bata a minha mãe, bom, eles me dão os melhores conselhos buscando apenas o meu bem. Mas é claro que temos que saber dividir isso, pois uma mãe não entenderia se eu dissesse certas coisas, e muito menos um pai, só mesmo aqueles amigos que são da nossa idade podem nos entender. Mas com toda certeza, converso muito com meus pais, e quero muito ser como eles um dia, quero muito ter a liberdade de chegar para meus filhos e poder conversar como verdadeiros amigos. Os pais influenciam muito na nossa vida, e mesmo naquelas horas de discussões, de puxões de orelhas e tudo isso que os filhos conhecem muito bem, eles só querem o nosso bem.


Aluna: Dandara Souza Silva.

Proposta 4: Como não ser influenciado?

No mundo em que vivemos, com a globalização, os meios de comunicação estão cada vez mais modernos e rápidos.Os países subdesenvolvidos sofrem uma forte influência dos países desenvolvidos, no nosso caso, principalmente dos Estados Unidos.
As civilizações criaram regras ou padrões que foram difundidos por todo o planeta, como: padrões de beleza, de comportamento, de idéias, etc. E, aqueles que não seguem estes padrões acabam sendo estranhos para a sociedade. A mente humana é muito influenciada, exemplos simples: às vezes, nem gostamos de tal roupa, mas porque está na moda achamos que devemos usar; gostamos de tais comidas porque um dia nos disseram que eram gostosas.
Muitas vezes aquilo que é original e inovador não é valorizado. Então, como não ser influenciados quando tudo em nossa volta é convidativo? Para não sermos influenciados devemos ter nossa própria identidade, nosso próprio pensamento, nossa própria idéia, nossas próprias regras. Vivendo de sua própria maneira.
Não devemos deixar levar pelo gosto dos outros, pois se continuarmos assim vamos deixar de ser únicos para sermos iguais.

Aluno: Raickson Agostinho dos Santos Silva.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Proposta 3: Como a moda sugere.

Muitas vezes gostamos de coisas no embalo do que nossos amigos estão gostando, e isso pode ser reflexo de uma moda, um gosto por alguma coisa passageira e que também pode ter relação com as coisas que consumimos. Atire a primeira pedra quem nunca passou por isso. Então comente aí alguma obra de arte ou estilo artístico pelo qual você já se empolgou (ou se empolga) motivado pela turma, ou pelo programa que assiste, mas que tem impressão de que não vai durar muito tempo.
Um dos motivos para eu gostar tanto das musicas da Lady Gaga é esse. Estava eu num belo dia assistindo televisão mais precisamente a MTV, aqueles programas das musicas mais tocadas e pedidas do momento, foi ai que eu escutei a primeira musica dela "Just Dance", o primeiro de muitos sucessos dela (eu espero). Depois desse dia eu só escutava essa musica em todos os lugares, nas ruas, em rádios, em lojas, sabe aquelas musicas chiclete que não quer sair da cabeça, acorda cantando, ela pra mim virou uma dessas e muito mais.
Depois dessa veio "Poker Face" que todo mundo ouviu pelo menos uma vez na vida, depois disso eu acabei acostumando e gostando muito (muito mesmo) das musicas dela. Uma das coisas que eu gosto nela é que ela é única, as roupas que ela usa são muito lindas, e se eu pudesse eu usaria, mas sinceramente não tenho coragem, ela também não tem medo de falar as coisas que defende até o fim, e o que acha certo.
Hoje em dia acho que a mídia influência muito mais do que antigamente, o meu caso não foi o único e tenho certeza de que não será o último.

Aluna: Natasha Rosana.